<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984</id><updated>2011-11-28T00:46:39.829Z</updated><category term='produtos portugueses'/><category term='dinheiro'/><category term='cortes'/><category term='troika'/><category term='Bancos'/><category term='economia portuguesa'/><category term='compras'/><category term='Poupança'/><category term='funcionários públicos'/><category term='feriados'/><category term='Férias'/><category term='consumo'/><category term='Bolsa'/><category term='falência'/><category term='economia'/><category term='Ouro'/><category term='familias'/><title type='text'>O Teu Dinheiro</title><subtitle type='html'>"Nunca ninguém enriqueceu com dinheiro."
Séneca</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-1448265803055720973</id><published>2011-06-19T15:32:00.000+01:00</published><updated>2011-06-19T15:32:35.818+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinheiro'/><title type='text'>Saiba como ensinar as crianças a lidar com o dinheiro</title><content type='html'>&lt;!-- START of the zanox affiliate HTML code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18854491C310676646T"&gt;&lt;img src="http://ad.zanox.com/ppv/?18854491C310676646" align="bottom" width="468" height="60" border="0" hspace="1" alt="GIF Bem estar 468 x 60"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ENDING of the zanox-affiliate HTML-Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://economico.sapo.pt/public/uploads/articles/foto_pagina/oseudinheiro_PAGINA.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="BBVA aposta num projecto para ensinar às crianças o valor do dinheiro." border="0" src="http://economico.sapo.pt/public/uploads/articles/foto_pagina/oseudinheiro_PAGINA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;BBVA aposta num projecto para ensinar às crianças o valor do dinheiro. Um passo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;fundamental para formar adultos mais responsáveis financeiramente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Saber que o dinheiro pode comprar uma bola de futebol, mas não o amigo com quem se joga é um dos objectivos do programa ‘Valores de Futuro' que o BBVA estreou este ano em mais de 800 escolas básicas do País. No entanto, este plano "não resulta de uma preocupação com a crise, visto que começámos a desenvolvê-lo em 2005, após as recomendações da OCDE", explicou ao Diário Económico o administrador delegado do BBVA em Portugal, Alberto Charro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A principal meta desta iniciativa, que implicou um investimento global de 26 milhões de euros em Portugal, Espanha, México, EUA e América do Sul, é apoiar a educação financeira, esperando que esse aumento de literacia se reflicta numa melhoria da situação actual e futura das crianças que hoje a recebem, explicam os responsáveis do projecto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O programa elaborado em conjunto com a PAU - Education (uma entidade privada que dá apoio às empresas no desenvolvimento de projectos educativos) e com o conhecimento do Banco de Portugal, da CMVM e do Ministério da Educação, contou, em Portugal, com a adesão de mais de 100 mil alunos que desde Outubro aprenderam e prepararam projectos sobre os ‘Valores de Futuro'. No passado dia 8 de Junho as 15 escolas finalistas encontraram-se na sede do BBVA, em Lisboa, para a grande final. O júri, composto por representantes do BBVA, da Unesco, da agência Lusa e da PAU-Education, escolheu não uma mas duas turmas vencedoras "devido à qualidade dos trabalhos", notou Alberto Charro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As alunas do 7.º ano da Escola E.B. 2,3 de Fânzeres, Porto, elaboraram um livro onde, para além de dar dicas de boa gestão - "Contar o dinheiro que se tem e se pode gastar"; "No banco pôr a render e nada de no colchão esconder" - ainda responderam à pergunta: ‘Se o dinheiro fosse um animal, qual seria?'. Os alunos do 5.º D na Escola Maria Manuela de Sá, de São Mamede de Infesta realçaram a importância de tudo aquilo que não é possível adquirir com dinheiro. Para esta turma do 5.º ano, os ‘Valores do Futuro' são sobretudo a escola, a família e o cuidado com a natureza. Quanto ao dinheiro, é preciso "usá-lo em coisas prioritárias como a educação e a saúde". E terminaram com uma certeza: "Se edificarmos a vida nestes alicerces seremos de certeza valores de futuro".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foram estes os projectos que mereceram a preferência do júri e que levaram para as suas turmas um computador portátil por cada aluno. No entanto, o mais importante é que os alunos "tenham deixado de olhar para o dinheiro como uma coisa física e entendido que ele está sempre associado a tempo, a trabalho", afirmou no final do evento o responsável da instituição financeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um desejo que tinha ficado bem presente no seu discurso de abertura, onde Alberto Charro explicou às crianças e adolescentes presentes que "se o dinheiro fosse infinito não haveria problema. Mas para o conseguir temos que trabalhar e fazer por merecê-lo, sendo que o dinheiro não é um fim em si mesmo", avisou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em resposta, os alunos responderam com analogias que mostram quão bem os conceitos foram apreendidos: "Se o dinheiro fosse um objecto, seria um pião. Porque faz girar o mundo", explicaram as crianças do 6.º ano da E.B. 2,3 João Villaret, de Loures. Já a turma de Informática da E.B. 2,3 de Unhos, em Lisboa, concluiu, em jeito de resumo que "sem trabalho não há poupança e sem poupança não é possível rentabilizar os ganhos, investindo ou comprando o necessário, nos momentos mais vantajosos". Conselhos de crianças que Alberto Charro acredita que "terão reflexo imediato nos pais", o que permite, no curto e no médio prazos - e no longo, aquando da vida adulta dos alunos que participaram no projecto - ter "consumidores mais conscientes do que fazem e, consequentemente, um País com menos problemas financeiros".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Diário Económico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-1448265803055720973?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/1448265803055720973/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/saiba-como-ensinar-as-criancas-lidar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/1448265803055720973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/1448265803055720973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/saiba-como-ensinar-as-criancas-lidar.html' title='Saiba como ensinar as crianças a lidar com o dinheiro'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-2135179154744114125</id><published>2011-06-16T08:20:00.000+01:00</published><updated>2011-06-16T08:20:45.185+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poupança'/><title type='text'>Portugueses pouparam mais em Maio</title><content type='html'>&lt;a title="beruby.com, o portal que partilha os seus rendimentos" href="http://pt.beruby.com/promocode/uAF3Oj"&gt;&lt;img width="468" height="60" border="0" alt="beruby.com, o portal que partilha os seus rendimentos" src="http://pt.beruby.com/images/banner/banner-beruby-468x60-pt-PT.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As poupanças que os portugueses tinham em Maio representam quase 8% do PIB nacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os avisos dos especialistas e dos responsáveis nacionais sobre a necessidade de as famílias nacionais aumentarem a sua taxa de poupança parecem ter finalmente sido ouvidos pelos portugueses.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo o Indicador de Poupança APFIPP/Universidade Católica, a taxa de poupança das famílias portuguesas aumentou de 91,1 pontos em Abril para 97,5 pontos, em Maio, tendo sido a subida mais expressiva deste indicador desde o início do ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma evolução que vai ao encontro dos desejos do presidente do Tribunal de Contas, Guilherme Oliveira Martins, que durante uma intervenção numa conferência, em Abril, sublinhou que "se aumentarmos a poupança teremos um efeito positivo na economia. Não há receitas infalíveis, mas é indispensável que todos tomem consciência de que todas as medidas concretas que têm que ser adoptadas precisam de ser assumidas por todos".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na mesma ocasião, o responsável deixou o alerta: "não podemos gastar mais do que podemos". Uma opinião que tem sido secundada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, que voltou a pedir aos portugueses cautela e poupança, durante o seu discurso nas comemorações do dia 10 de Junho. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dados do Indicador de Poupança APFIPP / Universidade Católica mostram que as poupanças dos portugueses correspondem actualmente a cerca de 7,8% do PIB nacional, acima da média histórica de 7,6&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in DE&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-2135179154744114125?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/2135179154744114125/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/portugueses-pouparam-mais-em-maio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/2135179154744114125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/2135179154744114125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/portugueses-pouparam-mais-em-maio.html' title='Portugueses pouparam mais em Maio'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-4766021491919098636</id><published>2011-06-15T17:08:00.000+01:00</published><updated>2011-06-15T17:08:04.760+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinheiro'/><title type='text'>Quantos anos tem de esperar para que o seu dinheiro duplique?</title><content type='html'>&lt;a title="beruby.com, o portal que partilha os seus rendimentos" href="http://pt.beruby.com/promocode/uAF3Oj"&gt;&lt;img width="468" height="60" border="0" alt="beruby.com, o portal que partilha os seus rendimentos" src="http://pt.beruby.com/images/banner/banner-beruby-468x60-pt-PT.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Basta recorrer a uma fórmula simples para verificar o ritmo de valorização das suas poupanças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na mitologia, o Rei Midas tinha o poder de transformar em ouro todos os objectos em que tocava. No mundo real são poucos aqueles que se podem congratular em ter um poder semelhante ao do rei da Frígia e conseguirem multiplicar a sua riqueza. Warren Buffett é um dos poucos que conseguiu atingir tal feito e multiplicar o seu património. Mas não precisa de ser um mega-investidor para conseguir multiplicar dinheiro. Mesmo com um pé-de-meia modesto é possível colocar o seu dinheiro a crescer. Ele crescerá mais ou menos consoante a sua estratégia de investimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Diário Económico fez algumas simulações para perceber quantos anos um pequeno investidor com 25 mil euros terá de aguardar para ver a sua poupança duplicar de valor. As simulações mostram que dobrar o valor do investimento poderá demorar entre nove a 40 anos consoante os produtos financeiros escolhidos. Por exemplo, se for um investidor muito conservador e privilegiar a aplicação dos 25 mil euros em produtos de capital garantido (como os depósitos ou certificados de aforro) e estiver sujeito uma taxa de juro anual de 2,5%, então terá de aguardar 28,8 anos para ver o seu pé-de-meia duplicar de valor, ou seja, superar a barreira dos 50 mil euros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contas feitas, só em 2040 é que se atingiria esta meta. No entanto, nem todos os investidores teriam de aguardar tanto tempo. Por exemplo, um investidor que estivesse disposto a correr uma dose de risco mais elevada, tivesse uma carteira equilibrada entre acções, obrigações e produtos conservadores e obtivesse uma rendibilidade média anual de 5,7%, então teria de esperar 12,6 anos para ver os 25 mil euros duplicarem de valor (ver tabelas ao lado). O tempo encurtaria ainda mais caso o investidor não tivesse medo e apostasse numa estratégia agressiva investindo maioritariamente em acções- a classe de activos que historicamente apresenta uma remuneração média anual mais elevada. Assim, este investidor demoraria apenas nove anos para duplicar o seu pé-de-meia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Diário Económico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os cálculos para apurar o número de anos necessários para fazer dobrar o valor das poupanças são fáceis de fazer. Basta utilizar a "regra do 72", descoberta por Albert Einstein. O cientista chegou mesmo a apelidar esta regra como a oitava maravilha do mundo. Segundo este principio matemático bastará dividir o número 72 pela rendibilidade anual esperada (em valor absoluto) da sua carteira de investimentos. O resultado dessa operação dar-lhe-á o número de anos que o seu pé-de-meia demorará, aproximadamente, a duplicar de valor, tendo como pressuposto que há lugar para a capitalização de juros.&lt;br /&gt;Obviamente que quanto menor for a rendibilidade esperada mais tempo terá de esperar para ver o seu dinheiro crescer. Por isso mesmo os especialistas em gestão de activos recomendam alguma exposição a activos mais arriscados aos investidores que tenham uma perspectiva de longo prazo. Porque o conceito de risco está ligado à ideia de retorno. Quanto maior for o risco de uma aplicação maior será o potencial de retorno desse investimento. No entanto, é preciso ressalvar que nem todos os investidores estarão preparados para aceitarem aplicar as suas poupanças em produtos financeiros que não tenham garantia de capital. Para esses aforradores, fazer crescer dinheiro é pois uma tarefa mais difícil. Por exemplo, se um aforrador com 40 anos colocasse 10 mil euros num depósito a prazo que ofereça um juro bruto anual de 1,8% (a média praticada pelos depósitos a um ano, segundo dados da Proteste Poupança) demoraria mais 40 anos até conseguir duplicar a sua poupança. Ou seja, apenas quando chegasse até aos 80 anos teria visto o pé-de-meia atingir os 20 mil euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números mostram que quanto mais cedo uma pessoa começar a investir, maior será a probabilidade de duplicar por várias vezes o valor das suas poupanças. Mas para conseguir atingir este objectivo terá de encontrar as aplicações financeiras mais atractivas. Porque aplicar num produto financeiro que lhe oferece em média 2% ao ano ou num produto que lhe dá 4% ao ano pode resultar numa diferença de alguns milhares de euros ao fim de um longo período.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-4766021491919098636?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/4766021491919098636/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/quantos-anos-tem-de-esperar-para-que-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4766021491919098636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4766021491919098636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/quantos-anos-tem-de-esperar-para-que-o.html' title='Quantos anos tem de esperar para que o seu dinheiro duplique?'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-8750043775153257471</id><published>2011-06-15T12:51:00.000+01:00</published><updated>2011-06-15T12:51:33.112+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='compras'/><title type='text'>Portugueses usam cada vez mais a internet para comprar e vender produtos</title><content type='html'>&lt;a title="beruby.com, o portal que partilha os seus rendimentos" href="http://pt.beruby.com/promocode/uAF3Oj"&gt;&lt;img width="468" height="60" border="0" alt="beruby.com, o portal que partilha os seus rendimentos" src="http://pt.beruby.com/images/banner/banner-beruby-468x60-pt-PT.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Barómetro Mensal FixeAds revela que portugueses usam cada vez mais a internet para transaccionar produtos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os Portugueses usam cada vez mais a internet para comprar e vender produtos. Sinal disso é que oO Leiloes.net, portal nº1 em vendas em leilão, registou um crescimento de mais 50% no número de visitas, passando de 1.826.538 em Maio de 2010 para 2.823.429 em Maio deste ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em Maio foram transaccionados mais de 44.850 produtos, a uma média de um negócio fechado a cada minuto, sendo que o preço médio de cada licitação foi de 17,47 euros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"O crescimento acima dos dois dígitos confirma a maior receptividade dos portugueses para as compra e venda de artigos na web. Esta tendência faz-se notar pelo crescimento acima do esperado do numero de visitas e produtos transaccionados", diz a empresa em comunicado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Produtos com mais transacções no mês de Abril:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Camisola Real Madrid Nova (19,69 €)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- COFFEEDCUK cápsulas reutilizáveis para Nespresso (9,99 €);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Novo Repelente de Insectos e Roedores (12.24 €)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- ALL STAR - Novo Preço (19.72 €)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Diário Económico&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-8750043775153257471?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/8750043775153257471/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/portugueses-usam-cada-vez-mais-internet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8750043775153257471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8750043775153257471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/portugueses-usam-cada-vez-mais-internet.html' title='Portugueses usam cada vez mais a internet para comprar e vender produtos'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-8443282729659630795</id><published>2011-06-14T18:37:00.000+01:00</published><updated>2011-06-14T18:37:20.250+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia portuguesa'/><title type='text'>Uma economia ao estilo do caranguejo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner02.gif" border="0" alt="Publipt! Clique Aqui!" width="468" height="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://isabe.ionline.pt/adjuntos/125/imagenes/000/021/0000021215.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Caminos" border="0" height="179" src="http://isabe.ionline.pt/adjuntos/125/imagenes/000/021/0000021215.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Famílias cortam 560 milhões&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O fim do grande motor. A relação entre o consumo das famílias e a economia – as duas linhas&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;andam sempre juntas. Isto acontece porque o consumo vale cerca de dois terços do PIB português. Este motor vai calar-se até ao fim de 2013 (prevê o FMI), com aperto no crédito, mais impostos, cortes salariais e desemprego recorde. O ajustamento violento já começou, mostra o INE. Mesmo antes de muitas das medidas da troika, a queda das despesas das famílias já igualou o recorde da recessão em 2009 (-2,1%) – nos primeiros três meses do ano as famílias cortaram 560 milhões de euros em gastos totais (comparado com o mesmo trimestre de 2010). A travagem nas despesas correntes é inédita: os portugueses cortaram 320 milhões em bens e serviços não alimentares (-1,7%, a maior queda desde pelo menos 1996) e moderaram muito o consumo alimentar (cresceu 0,4%, o ritmo mais baixo nos registos). Os bens duradouros registaram a queda esperada (9,8%). No consumo público as notícias são semelhantes: o Estado fez um corte recorde de 4,1% nos gastos (365 milhões).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Investimento ao nível de 1996&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já não é só na construção Outro dos motores gripados é o investimento. O INE mostra que a sangria dura já há dez trimestres, incluindo o primeiro deste ano (-5,9%) – o investimento está agora no valor trimestral mais baixo desde meados de 1996. A construção tem explicado boa parte das quedas, mas os dados do primeiro trimestre dão outros sinais. A quebra maior foi no sector de máquinas e equipamento. "É ainda mais preocupante porque é desinvestimento na capacidade de produção", admite Paula Carvalho. A economista do Banco BPI antecipa que as quedas continuem. "A perspectiva para a procura é dos factores que mais condiciona as decisões de investimento, como mostram os inquéritos", explica. O crescimento das exportações não chega para compensar o mercado interno em fortíssima contracção. E o Estado terá ainda de cortar no investimento público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Empresas exportam mais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E importações caem. A receita da troika para baixar o défice externo passa por esmagar o consumo (ver ponto 1) para reduzir as importações – isto ao mesmo tempo que se tenta aumentar as exportações. O período pré-troika já mostra o início desse caminho: as exportações cresceram 8,5% no primeiro trimestre face ao mesmo período no ano passado. Foi o contributo da procura externa líquida (o saldo entre exportações e importações) que compensou parte da queda interna, mostra o INE. As importações caíram 0,8%, reflectindo o princípio do esmagamento do consumo das famílias. Com perspectivas muito fracas para o mercado interno será de esperar mais quedas nos bens e serviços importados. O efeito no desequilíbrio externo é positivo: o défice externo (o saldo daquilo que produzimos subtraído do que pedimos emprestado) foi de 6,6% do PIB (menos do que os 9,3% verificados no trimestre homólogo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Resultado: PIB e emprego caem&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Recessão já começou. A soma dos factores anteriores – os motores da economia – resulta no recuo da riqueza criada no país. O INE confirmou a contracção da economia no primeiro trimestre, com uma queda de 0,6% do PIB (menos uma décima face à estimativa inicial). A diminuição profunda da procura interna (caixas 1 e 2) só foi parcialmente compensada pelo contributo das exportações. A troika estima dois anos seguidos de contracção do PIB (2,2% este ano e 1,8% em 2012). Este primeiro trimestre, que já tem a influência de medidas duras de austeridade (cortes salariais, mais IVA, etc.) é a antecâmara desse ajustamento. As consequências no emprego são significativas: a economia destruiu 82 mil postos de trabalho entre o primeiro trimestre de 2010 e o deste ano, revelam os dados do INE. O Fundo Monetário Internacional apontou esta semana que em só em 2015 a taxa de desemprego será menor do que a prevista para este ano (12%). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Isabe&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-8443282729659630795?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/8443282729659630795/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/uma-economia-ao-estilo-do-caranguejo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8443282729659630795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8443282729659630795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/uma-economia-ao-estilo-do-caranguejo.html' title='Uma economia ao estilo do caranguejo'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-7882730618154760155</id><published>2011-06-14T18:26:00.000+01:00</published><updated>2011-06-14T18:26:42.601+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumo'/><title type='text'>Portugueses cortam consumo de tecnologia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner02.gif" border="0" alt="Publipt! Clique Aqui!" width="468" height="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13376094/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Portugueses cortam consumo de tecnologia" border="0" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13376094/215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O mercado de produtos tecnológicos em Portugal registou, no primeiro trimestre de 2011, uma&amp;nbsp;tendência negativa de menos 9,7 por cento no valor de facturação, face ao mesmo período de 2010, diz um estudo da consultora GfK.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;«Os valores de facturação caíram de 674 milhões de euros para 609 milhões de euros», aponta a empresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A descida foi apenas contrariada em produtos como os smartphones, os LCD e os auscultadores, revela o estudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A electrónica de consumo registou uma queda de 3,6%, a fotografia de 4,6% e os pequenos e grandes electrodomésticos 7% e 11,6%, respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já nas tecnologias de informação e nas telecomunicações a queda foi superior a 11%, enquanto o sector de equipamento de escritório baixou 20,2%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os portugueses estão mesmo a apertar o cinto, como o demonstra a quebra no consumo durante o primeiro trimestre do ano, tocando o valor mais baixo desde 1995.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Agência Financeira&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-7882730618154760155?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/7882730618154760155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/portugueses-cortam-consumo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/7882730618154760155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/7882730618154760155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/portugueses-cortam-consumo-de.html' title='Portugueses cortam consumo de tecnologia'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-6294330485167949538</id><published>2011-06-14T18:24:00.000+01:00</published><updated>2011-06-14T18:24:18.189+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cortes'/><title type='text'>Crise: portugueses gastam menos 25 euros por mês</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.clixsense.com/?3570467"&gt;&lt;img src="http://static.clixsense.com/banners/clixsense468x60a.gif" border=0&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13426998/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Crise: portugueses gastam menos 25 euros por mês" border="0" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13426998/215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É a entrada em pleno na crise: no arranque de 2011 os portugueses optaram por cortar nos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;gastos. Prova disso é que, nos três primeiros meses do ano, cada português consumiu menos 25 euros do que no último trimestre de 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dados são do Instituto Nacional de Estatística, que revelam que esta é a maior queda do consumo privado desde 1995, ano em que o INE começou a compilar os dados, escreve o «Jornal de Negócios».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em média, os gastos mensais rondaram os 860 euros, menos 2,8% do que nos últimos três meses de 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A quebra mais acentuada deu-se nos bens duradouros, como os automóveis, por exemplo: as compras caíram 14,6% em três meses.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in AgÊncia Financeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso dos bens não duradouros, a quebra no consumo foi de 1,4%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A austeridade também se verificou no Estado: o consumo público - bens, serviços e salários - reduziu-se em 5,2% até Março de 2011. Este também foi o maior corte desde 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contribuir para este apertar o cinto estão os cortes nos salários da Função Pública, aliados ao aumento da carga fiscal(IVA e impostos automóveis) e à subida da inflação, que, em Março, atingiu os 3,9%, o valor mais alto dos últimos oito anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-6294330485167949538?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/6294330485167949538/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/crise-portugueses-gastam-menos-25-euros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/6294330485167949538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/6294330485167949538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/crise-portugueses-gastam-menos-25-euros.html' title='Crise: portugueses gastam menos 25 euros por mês'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-8843167124629060235</id><published>2011-06-14T08:55:00.000+01:00</published><updated>2011-06-14T08:55:35.275+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><title type='text'>'Crise vai durar muitos anos nos países periféricos'</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.clixsense.com/?3570467"&gt;&lt;img src="http://static.clixsense.com/banners/clixsense468x60a.gif" border=0&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sol.sapo.pt/storage/ng1098904_435x190.jpg?type=big" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="139" src="http://sol.sapo.pt/storage/ng1098904_435x190.jpg?type=big" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O economista grego Costas Lapavitsas, que participou no documentário Dividocracia, diz que os políticos&amp;nbsp;europeus estão mais interessados em proteger os bancos do que o emprego na Zona Euro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Costas Lapavitsas defende que a crise da dívida nos países periféricos se deveu à quebra de competitividade, mas também ao financiamento barato dos grandes bancos europeus. Em entrevista ao SOL, salienta que as políticas da UE e do FMI se destinam a proteger os credores e a colocar o custo da crise sobre os cidadãos dos membros periféricos do euro. O economista é professor na Faculdade de Estudos Africanos e Orientais da Universidade de Londres. É colunista no jornal The Guardian e foi o economista principal do documentário Dividocracia, um filme sobre a crise da dívida na Grécia, que recebeu milhões de visitas na internet no primeiro mês em que foi lançado. Lapavitsas é também autor de dezenas de artigos académicos e de diversos livros, onde se destaca o último, Financialisation in Crisis, que será publicado em Espanha brevemente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.destakes.com/redir/32f43cb96a5f1a8cbcfb9fc91a4cd636"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ler Mais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-8843167124629060235?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/8843167124629060235/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/crise-vai-durar-muitos-anos-nos-paises.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8843167124629060235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8843167124629060235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/crise-vai-durar-muitos-anos-nos-paises.html' title='&apos;Crise vai durar muitos anos nos países periféricos&apos;'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-3626007500945510617</id><published>2011-06-13T23:42:00.000+01:00</published><updated>2011-06-13T23:42:07.710+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feriados'/><title type='text'>Feriados e pontes custam 629 milhões à economia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.clixsense.com/?3570467"&gt;&lt;img src="http://static.clixsense.com/banners/clixsense468x60a.gif" border=0&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13375826/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Feriados e pontes custam 629 milhões à economia" border="0" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13375826/215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dez feriados e sete possíveis pontes fazem com que o país produza menos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Este ano há dez feriados a nível nacional e como, olhando para o calendário, uns calham à quinta-feira e outros à terça-feira, somam-se ainda sete possíveis pontes ao longo de 2011.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Cada feriado custa à economia do país cerca de 37 milhões de euros, de acordo com o estudo do economista, professor universitário especialista em questões do trabalho, Luís Bento.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Contas feitas, há 17 dias em que o reclamado descanso faz com que o país produza menos - Portugal «perde» cerca de 629 milhões de euros.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;E este ano nem é muito generoso. A média de feriados ronda os 22 dias por ano.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Em comparação com os outros países da Europa, Portugal tem mais três feriados do que a média europeia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Agência Financeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-3626007500945510617?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/3626007500945510617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/feriados-e-pontes-custam-629-milhoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/3626007500945510617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/3626007500945510617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/feriados-e-pontes-custam-629-milhoes.html' title='Feriados e pontes custam 629 milhões à economia'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-4523580378425267631</id><published>2011-06-12T15:44:00.000+01:00</published><updated>2011-06-12T15:44:46.111+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolsa'/><title type='text'>Analistas financeiros ‘vendem’ gato por lebre</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner01.gif" border="0" alt="Publipt! 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E que mais de 80% das previsões de preços-alvo a um ano falham por uma margem superior a 10%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estudo da CMVM incidiu na actividade de análise financeira sobre acções cotadas em Portugal, entre 1 de Outubro de 2009 e 30 de Setembro de 2010. Ao nível das recomendações de investimento, os técnicos da CMVM verificaram que as recomendações para aquisição de acções representam 57,4% do total, enquanto as recomendações de venda representaram apenas 13,6% (29% para manter).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A CMVM classifica esta tendência como um «enviesamento» e alerta que as recomendações têm efeito nas cotações dos títulos, sobretudo as recomendações de venda. Segundo o supervisor, «a divulgação de relatórios de análise financeira, e em especial as recomendações de investimento e os preços-alvo incluídos, conduz frequentemente a variações anormais nas cotações», que chegam a ser superiores a 3%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar de haver alguma capacidade de previsão de curto prazo, os erros nas projecções a um ano ou mais são considerados «muito relevantes». No caso de price targets a um ano, por exemplo, apenas 18,2% das análises evidenciaram uma diferença percentual inferior a 10% entre o preço de mercado no final do horizonte temporal e o preço-alvo. Ou seja, mais de 80% dos relatórios tinha erros de previsão superiores a 10%. «A capacidade de acerto dos analistas financeiros é reduzida», conclui a CMVM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para ilustrar melhor a margem de erro das análises, foi simulada a evolução de uma carteira de investimento inicial de 100 mil euros, com base nas recomendações das instituições, em que os pesos dos títulos dessa carteira eram aumentados ou diminuídos consoante o sentido das recomendações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os resultados do conjunto de 10 intermediários em análise mostraram que, se fossem seguidas as recomendações, haveria uma perda de 14% do valor investido. Se os 100 mil euros fossem gastos numa carteira que replicasse exactamente o PSI-20, sem compra ou venda de acções em todo o período, as perdas seriam de apenas 8,35%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desta forma, a CMVM conclui que «teria sido preferível não seguir as recomendações de investimento e optar por uma estratégia de investimento passiva». A grande maioria das car_teiras não conseguiu superar o PSI-20, «não se traduzindo essas recomendações numa mais-valia».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Sol&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-4523580378425267631?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/4523580378425267631/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/analistas-financeiros-vendem-gato-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4523580378425267631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4523580378425267631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/analistas-financeiros-vendem-gato-por.html' title='Analistas financeiros ‘vendem’ gato por lebre'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-4030080240571685795</id><published>2011-06-12T15:35:00.002+01:00</published><updated>2011-06-12T15:35:58.877+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ouro'/><title type='text'>Ouro usado: se vender, não seja enganado</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner01.gif" border="0" alt="Publipt! Clique Aqui!" width="468" height="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13411235/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Ouro usado: se vender, não seja enganado" border="0" height="149" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13411235/215" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lojas fazem avaliações muito díspares das peças. Compare várias porque umas pagam&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;quase o dobro das outras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Nos tempos que correm, os portugueses aproveitam qualquer forma de ganhar uns trocos extra. Vender o ouro usado que se tem em casa e que não tem qualquer utilidade prática, virou uma moda e são cada vez mais as famílias que recorrem às lojas que compram estas peças. Mas atenção: por mais que precise do dinheiro, não se deixe enganar na hora de fazer negócio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;A DECO Proteste visitou várias lojas que compram ouro em segunda mão, para tentar vender uma libra de ouro, que tinha custado 280 euros. As ofertas que recebeu oscilavam entre os 120 e os 220 euros. Ou seja, se não tivesse procurado bem, arriscava-se a perder 100 euros neste negócio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;«Para conhecer o funcionamento das lojas que compram ouro usado, visitámos 17 na zona de Lisboa. Algumas pertenciam ao mesmo grupo (Valores, Casa de Crédito Popular e Ângelo Costa), o que nos permitiu verificar que a avaliação pode variar dentro da mesma empresa», revela a revista. «O nosso teste prático revelou grandes diferenças no valor oferecido por uma libra de ouro: entre 120 e 220, ou seja, uma diferença de quase o dobro», conclui.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;A situação torna-se mais grave porque, em regra, os consumidores que recorrem a estas lojas já se encontram numa condição financeira problemática. A urgência na obtenção do dinheiro pode levá-los a aceitar o primeiro montante proposto. Por isso, fica aqui o alerta: procurar outras casas não demora assim tanto tempo e pode conseguir o dobro do dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Para a Deco, «é urgente que esta actividade seja regulamentada, definindo-se um limite mínimo para as avaliações em função da cotação do ouro. Demos conhecimento dos resultados do nosso estudo, bem como das nossas reivindicações à Assembleia da República e ao Governo. O cumprimento da lei ficaria garantido com a fiscalização da ASAE».&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Agência Financeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-4030080240571685795?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/4030080240571685795/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/ouro-usado-se-vender-nao-seja-enganado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4030080240571685795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4030080240571685795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/ouro-usado-se-vender-nao-seja-enganado.html' title='Ouro usado: se vender, não seja enganado'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-5551459701498598281</id><published>2011-06-10T08:32:00.000+01:00</published><updated>2011-06-10T08:32:42.797+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='compras'/><title type='text'>Aprenda a poupar nas compras de supermercado</title><content type='html'>&lt;!-- START of the zanox affiliate HTML code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18618439C1425675935T"&gt;&lt;img src="http://ad.zanox.com/ppv/?18618439C1425675935" align="bottom" width="468" height="60" border="0" hspace="1" alt="Escapadela_468x60"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ENDING of the zanox-affiliate HTML-Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ionline.pt/adjuntos/102/imagenes/000/134/0000134821.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://www.ionline.pt/adjuntos/102/imagenes/000/134/0000134821.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os conselhos de três gerações: marcas brancas, visitas a vários supermercados e compras&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;pela internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em alturas de crise, a palavra "poupar" ganha nova dimensão. Uma simples ida ao supermercado pode representar uma verdadeira dor de cabeça para a maioria dos consumidores portugueses, tendo em conta que o orçamento familiar está cada vez mais asfixiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 2010, um estudo de mercado elaborado pela Nielsen indicava que 79% dos portugueses se preparavam para alterar hábitos de compra para poupar nas despesas. Face à quebra do poder de compra, os portugueses multiplicam estratégias para pagar menos pelas coisas que há um ano estavam mais baratas. O&amp;nbsp;&lt;i&gt;i&lt;/i&gt;&amp;nbsp;falou com uma avó, uma mãe e três jovens, que partilham dicas na ida ao supermercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEM MARCA&amp;nbsp;Laura deixou de comprar na mercearia da rua onde vive há 61 anos para se render às grandes superfícies. Só aderiu às marcas de distribuição - mais conhecidas por marcas brancas - há um ano, quando percebeu que o sumo mais barato era "igualzinho" ao que comprava. Agora é fã de quase tudo de marca branca. "De há um ano para cá, noto subidas nos preços sempre que vou ao supermercado. É evidente que acabamos todos por comprar destas marcas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura não é um caso isolado. Em 2010, a maioria dos lares portugueses (99%) consumiram produtos de marca branca. Segundo um estudo da KantarWorldPanel, a quota destas marcas cresceu 9,5% já no primeiro trimestre deste ano e atingiu 37% do total do grande consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses três meses, os preços dos bens de grande consumo aumentaram 0,8%, mas o volume de compras caiu. Ou seja, as pessoas passaram a comprar menos e optaram pelos produtos mais baratos. Segundo as contas da Associação de Defesa do Consumidor (Deco), optando pelos produtos mais baratos pode poupar até 40% no valor gasto nas compras. A Deco chegou também à conclusão que, entre os produtos analisados, 70% dos preços mais baixos estavam nas marcas de distribuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura não sabe dizer exactamente quanto poupa ao preferir a marca com o símbolo da distribuidora, mas afirma que, muitas vezes, estes produtos têm metade do preço dos que consumia anteriormente. Entre estimativas, conclui: "Acho que no final do mês poupo o suficiente para pagar as aulas de canto à minha neta."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o preço seja factor preferencial em tempos de crise, tal não implica que se descure a qualidade. A Deco fez os testes e defende que a qualidade média das marcas mais baratas é muito próxima da dos produtos mais dispendiosos. Lacticínios, conservas e bebidas alcoólicas foram as categorias que apresentaram melhor qualidade. Mercearia e charcutaria revelaram os piores resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há certos casos em que o preço não é tudo. Para Laura, este é o caso dos produtos de limpeza da casa. "Há algumas coisas com as quais não nos damos bem", defende, para explicar porque continua a comprar o produto para lavar o fogão mais caro. "Quando experimentei uma marca branca tinha de pôr muito mais quantidade e não limpava tão bem. Acabava por sair mais caro." Mas tal não acontece na maioria dos casos, adverte. Com a sabedoria de quem faz compras conclui: "Em mais de 90% dos casos, compensa comprar a marca branca."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correr todos os supermercados. Os estudos de mercado apontam que o consumidor poupado move-se de maneira diferente à medida que a crise aperta. Vai mais vezes e a mais supermercados e leva menos coisas no carrinho. Com isto pode aproveitar o que é mais barato num, o que é melhor noutro e as promoções que estão em vigor naquela semana. Talvez por isso o consumidor português é dos mais infiéis da Europa no que toca a supermercados, comprando, em média, em quatro a cinco insígnias diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avó Laura compra sempre no mesmo sítio, mas a mãe Maria da Graça é o oposto. Mora, com três filhas, perto de quatro ou cinco supermercados diferentes. E vai a todos. "Gosto do gel de banho de um, do papel higiénico de outro e dos produtos alimentares de outros dois." Os frescos continuam a ser comprados na mercearia. "O meu orçamento vai quase todo para o supermercado e a alimentação. Vou às compras quase dia sim, dia não", confessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal volume de compras é compensado, mais uma vez, pelas marcas brancas. "Massa, arroz, carne, sobremesas, tostas, queijo, fiambre... compro tudo de marca branca. Até o vinho!" Vinho para cozinhar? "Não, para beber, têm selecções óptimas", responde. Para Maria da Graça, o poder das marcas de distribuição não está só no preço, mas na diversidade de produtos que vieram oferecer. Muitos ainda não existiam nas prateleiras portuguesas. Percebe o sucesso do modelo: "Apareceram de repente e quando a necessidade apertou mais. Claro que iria funcionar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poupança&amp;nbsp;A ideia já andava na cabeça há algum tempo, mas só esta semana o fizeram. Pedro, Elisa e Gonçalo têm todos vinte e poucos anos e moram numa casa partilhada com outras quatro pessoas, mas cada um fazia as suas compras separadamente. Até que perceberam que estavam fartos de carregar com quilos de compras pelos cinco andares de escadas do prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, as compras maiores são feitas em conjunto, pela internet. Além de cómodo, é também uma medida de poupança. "Não compramos coisas desnecessárias, porque não nos distraímos pelos corredores", contam. "E ainda comparamos melhor os preços" através do sistema de comparação informático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, pela internet só compensam grandes compras, para que não tenha de ser paga uma taxa extra pela entrega. Por isso admitem que não deixam de ir ao supermercado, para outras compras mais pequenas durante a semana. Com orçamentos apertados, sabem que truques usar na hora de controlar a conta de supermercado. "Nunca vás com fome", aconselha Pedro, "acabas por comprar comida a mais só por causa dessa sensação". O melhor é mesmo fazer uma lista, concluem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por terem começado nestas lides de supermercado há pouco tempo, nenhum tem pudor em usar todos os produtos de marca branca. Raramente compram alguma coisa que não seja da marca de distribuição. Aqui, chega-se até aos produtos de higiene pessoal: pasta de dentes, detergente, etc. Só há duas coisas em que não conseguem prescindir das marcas: cerveja e Coca-Cola.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Ionline&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-5551459701498598281?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/5551459701498598281/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/aprenda-poupar-nas-compras-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/5551459701498598281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/5551459701498598281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/aprenda-poupar-nas-compras-de.html' title='Aprenda a poupar nas compras de supermercado'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-1195239004666589419</id><published>2011-06-10T08:20:00.000+01:00</published><updated>2011-06-10T08:20:35.063+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='falência'/><title type='text'>Cerca de 40 empresas municipais estão falidas</title><content type='html'>&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18713068C567134087T"&gt;&lt;img align="bottom" alt="Pack Foto Fnac 468x60" border="0" height="60" hspace="1" src="http://ad.zanox.com/ppv/?18713068C567134087" width="468" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13405092/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Cerca de 40 empresas municipais estão falidas" border="0" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13405092/215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Os últimos dados disponíveis são arrasadores: no final de 2009, 41 empresas municipais, que estão&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;assim sob alçada das autarquias portuguesas, estavam em falência técnica. Duas já têm as contas de 2010 - a Epul e a Gebalis - e conseguiram sair desse grupo, apesar de manterem dívidas e prejuízos preocupantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Há 286 empresas municipais, pelo que estas 41 que estavam em falência técnica há dois anos representam 15% do total e dão trabalho a 2.856 pessoas, segundo a lista da Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), divulgada este sábado pelo semanário «Expresso» e que foi facultada pela consultora Dun &amp;amp; Bradstreet.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;Dívidas superam os 1.400 milhões&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Ainda só com dados disponíveis de 280 das 286 companhias municipais, as dívidas contraídas por estas empresas já conseguem assustar: no total devem 1.403 milhões de euros. Mas, sublinha o «Expresso», este valor deve ser relativizado, uma vez que só as empresas públicas de transportes têm dívidas bastante superiores.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Entre os credores, a banca é quem tem mais dinheiro por receber (833 milhões de euros) e os fornecedores estão que essas empresas saldem dívidas no valor de 180 milhões.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;O endividamento cresceu 400 milhões de euros em apenas três anos e estas 280 empresas tiveram, no seu conjunto, um prejuízo de 20 milhões.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;Empresas nascem como cogumelos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Apesar destes números negros, nos últimos dez anos não têm parado de nascer empresas municipais. Das 286 existentes no país, 198 foram criadas desde o ano 2000.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Uma escalada que pode ser explicada pelos incentivos fiscais à criação de empresas.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;Gaia e Maia são as autarquias com mais empresas. Cada uma tem seis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 15px;"&gt;in Agência Financeira&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-1195239004666589419?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/1195239004666589419/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/cerca-de-40-empresas-municipais-estao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/1195239004666589419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/1195239004666589419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/cerca-de-40-empresas-municipais-estao.html' title='Cerca de 40 empresas municipais estão falidas'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-5577934984066253322</id><published>2011-06-09T18:51:00.002+01:00</published><updated>2011-06-09T18:51:35.500+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><title type='text'>Famílias portuguesas põem travões recorde na factura do supermercado</title><content type='html'>&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18618439C1425675935T"&gt;&lt;img align="bottom" alt="Escapadela_468x60" border="0" height="60" hspace="1" src="http://ad.zanox.com/ppv/?18618439C1425675935" width="468" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dados do INE, hoje revelados, confirmam que a economia portuguesa entrou em recessão no início de 2011, em larga medida devido ao comportamento do consumo que sofreu, entre Janeiro e Março, a maior queda (2,6%) desde, pelo menos, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto a pressão dos mercados financeiros levou Estado a fazer cortes recorde nos gastos (- 4,3%), o “mix” de salários mais baixos e preços e impostos mais altos forçou também as famílias a pôr travões a fundo no consumo (-2,1%). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Olhando mais de perto o comportamento dos gastos das famílias, sobressai a queda nos bens duradouros (automóveis e outros): 9,8%, quando ainda no trimestre anterior tinham subido 8,8%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O INE chama, no entanto, a atenção para o facto de os dados relativos à recta final de 2010 provavelmente terem sido inflacionados por uma corrida à compra de automóveis, em antecipação do aumento da taxa normal de IVA e do Imposto Sobre Veículos (que entrou em vigor a partir do início de 2011) e do fim do incentivo fiscal ao abate de veículos em fim de vida para a aquisição de veículos novos não exclusivamente eléctricos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2010_07/hipermercadoconsumonot_sm.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2010_07/hipermercadoconsumonot_sm.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por outro lado, ainda que expressiva, a queda de 9,8% nos gastos em bens duradouros foi amplamente superada num passado recente: nos três primeiros trimestres de 2009 – quando Portugal vivia a última recessão - caíram sempre mais de 10% e, no primeiro trimestre, o recuo foi mesmo de 20%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bem diferente desta feita, face a 2009, é a circunstância de as famílias portuguesas estarem já a cortar no&amp;nbsp;consumo corrente. As despesas em serviços e bens correntes (que não alimentares) caíram no primeiro trimestre 1,7% – o maior recuo desde, pelo menos, 1996. Já a “factura do supermercado” – o consumo de bens alimentares – aumentou, mas apenas 0,4%, o que traduz também o valor mais baixo desde, pelo menos, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estes dados acompanham a segunda estimativa do INE, que hoje reviu a evolução do PIB, apontando agora para uma quebra menor no primeiro trimestre, de 0,6% em vez de 0,7%, quer em cadeira quer em termos homólogos. Ainda assim, estes números confirmam que Portugal entrou em recessão no primeiro trimestre, ao acumular dois trimestres consecutivos de queda em cadeia do PIB. É, neste momento, o único país do euro em recessão. Na UE-27, há um outro caso: a Dinamarca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Jornal de Negócios&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-5577934984066253322?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/5577934984066253322/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/familias-portuguesas-poem-travoes_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/5577934984066253322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/5577934984066253322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/familias-portuguesas-poem-travoes_09.html' title='Famílias portuguesas põem travões recorde na factura do supermercado'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-4735874549231961309</id><published>2011-06-09T18:51:00.000+01:00</published><updated>2011-06-09T18:51:11.372+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia portuguesa'/><title type='text'>Famílias portuguesas põem travões recorde na factura do supermercado</title><content type='html'>&lt;!-- START of the zanox affiliate HTML code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18618439C1425675935T"&gt;&lt;img src="http://ad.zanox.com/ppv/?18618439C1425675935" align="bottom" width="468" height="60" border="0" hspace="1" alt="Escapadela_468x60"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ENDING of the zanox-affiliate HTML-Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dados do INE, hoje revelados, confirmam que a economia portuguesa entrou em recessão no início de 2011, em larga medida devido ao comportamento do consumo que sofreu, entre Janeiro e Março, a maior queda (2,6%) desde, pelo menos, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto a pressão dos mercados financeiros levou Estado a fazer cortes recorde nos gastos (- 4,3%), o “mix” de salários mais baixos e preços e impostos mais altos forçou também as famílias a pôr travões a fundo no consumo (-2,1%). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Olhando mais de perto o comportamento dos gastos das famílias, sobressai a queda nos bens duradouros (automóveis e outros): 9,8%, quando ainda no trimestre anterior tinham subido 8,8%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O INE chama, no entanto, a atenção para o facto de os dados relativos à recta final de 2010 provavelmente terem sido inflacionados por uma corrida à compra de automóveis, em antecipação do aumento da taxa normal de IVA e do Imposto Sobre Veículos (que entrou em vigor a partir do início de 2011) e do fim do incentivo fiscal ao abate de veículos em fim de vida para a aquisição de veículos novos não exclusivamente eléctricos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2010_07/hipermercadoconsumonot_sm.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2010_07/hipermercadoconsumonot_sm.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por outro lado, ainda que expressiva, a queda de 9,8% nos gastos em bens duradouros foi amplamente superada num passado recente: nos três primeiros trimestres de 2009 – quando Portugal vivia a última recessão - caíram sempre mais de 10% e, no primeiro trimestre, o recuo foi mesmo de 20%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bem diferente desta feita, face a 2009, é a circunstância de as famílias portuguesas estarem já a cortar no&amp;nbsp;consumo corrente. As despesas em serviços e bens correntes (que não alimentares) caíram no primeiro trimestre 1,7% – o maior recuo desde, pelo menos, 1996. Já a “factura do supermercado” – o consumo de bens alimentares – aumentou, mas apenas 0,4%, o que traduz também o valor mais baixo desde, pelo menos, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estes dados acompanham a segunda estimativa do INE, que hoje reviu a evolução do PIB, apontando agora para uma quebra menor no primeiro trimestre, de 0,6% em vez de 0,7%, quer em cadeira quer em termos homólogos. Ainda assim, estes números confirmam que Portugal entrou em recessão no primeiro trimestre, ao acumular dois trimestres consecutivos de queda em cadeia do PIB. É, neste momento, o único país do euro em recessão. Na UE-27, há um outro caso: a Dinamarca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Jornal de Negócios&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-4735874549231961309?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/4735874549231961309/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/familias-portuguesas-poem-travoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4735874549231961309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/4735874549231961309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/familias-portuguesas-poem-travoes.html' title='Famílias portuguesas põem travões recorde na factura do supermercado'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-109030364489418067</id><published>2011-06-08T15:18:00.000+01:00</published><updated>2011-06-08T15:18:35.298+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinheiro'/><title type='text'>Jornalista Bárbara Barroso ensina a gerir o dinheiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner01.gif" border="0" alt="Publipt! Clique Aqui!" width="468" height="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2011/06/Tempos-complicados-196x300.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2011/06/Tempos-complicados-196x300.jpg" width="130" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O livro editado pela Oficina do Livro, Grupo Leya, ambiciona formar verdadeiros especialistas em finanças e&amp;nbsp;gestão de orçamentos familiares.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva, indica que “a leitura e a prática dos ensinamento deste livro trarão ao leitor um elevado retorno lucrativo”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual os estado das suas finanças pessoais? Se deixasse de trabalhar hoje, quantos meses conseguiria sobreviver com o nível de despesas que tem agora? Quais os encargos que pode reduzir, de facto?, são algumas das peguntas com resposta na obra da jornalista de economia do grupo Global Notícias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Avaliar a saúde das finanças, reduzir o endividamento e o desperdício familiar e multiplicar as poupanças, são os três eixos do livro de 208 páginas que custa 14,90 euros&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-109030364489418067?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/109030364489418067/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/jornalista-barbara-barroso-ensina-gerir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/109030364489418067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/109030364489418067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/jornalista-barbara-barroso-ensina-gerir.html' title='Jornalista Bárbara Barroso ensina a gerir o dinheiro'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-2088825727997756725</id><published>2011-06-08T09:47:00.000+01:00</published><updated>2011-06-08T09:47:08.572+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinheiro'/><title type='text'>Saiba qual é o verdadeiro valor do dinheiro</title><content type='html'>&lt;!-- START of the zanox affiliate HTML code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18713068C567134087T"&gt;&lt;img src="http://ad.zanox.com/ppv/?18713068C567134087" align="bottom" width="468" height="60" border="0" hspace="1" alt="Pack Foto Fnac 468x60"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ENDING of the zanox-affiliate HTML-Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2011_06/dinheiro_notas_euro_not_baixo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2011_06/dinheiro_notas_euro_not_baixo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se não gastar 100 euros hoje pode fazê-los crescer. Se ganhar 6% por ano, esses 100 euros valem verdadeiramente 574 euros dentro de 30 anos. Antes de gastar o seu dinheiro, pondere se ele não fará mais por si dentro de alguns meses ou anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Warren Buffett, o terceiro homem mais rico do mundo, segundo a revista"Forbes", é um caso extremo de uma pessoa que pensa no verdadeiro valor do dinheiro. Segundo o livro "Efeito Bola de Neve - A Biografia de Warren Buffett, o Maior Investidor do Mundo", de Alice Schroeder, quando era apenas um jovem a começar a acumular fortuna, Buffett perguntava-se: "Será que quero realmente gastar 300 mil dólares por um corte de cabelo?" Para o guru da bolsa, a questão era muito simples: se, em vez de cortar o cabelo, uma pessoa investir o preço do serviço, consegue aumentar o seu património futuro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À primeira vista, a pergunta de Buffett pode parecer ridícula, mas não é, por muito pequeno que sejam os montantes amealhados. Apenas 65 euros investidos através da Berkshire Hathaway, a sociedade de investimento dirigida por Warren Buffett, desde que foi criada, em 1965, teriam sido transformados em mais de 300 mil euros. Poucos conseguem gerar um retorno ao nível de Buffett - mais de 20% por ano, de acordo com o último balanço anual -, mas, desde que se ganhe mais do que tira a inflação, o dinheiro poupado fica a fermentar à espera de uma melhor utilização.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estudos mais completos sobre a bolsa indicam que as acções tendem a render o equivalente a seis por cento acima da taxa de inflação por ano, isto é, o mercado accionista oferece um crescimento real das poupanças de seis por cento no longo prazo. A esse ritmo, os 30 euros que se pode juntar evitando o barbeiro ou o cabeleireiro num mês pode transformar-se em mais de 170 euros em 30 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Cabeludos milionários&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O exemplo da juventude de Warren Buffett não pretende incentivar os investidores a deixarem crescer o cabelo para ficarem milionários. A história do Oráculo de Omaha, como é conhecido o investidor em referência à sua terra natal, tem casos bem mais reais - e potencialmente aplicáveis por todas as pessoas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante muitos, Warren Buffett conduziu um Lincoln Town Car de 2001, uma viatura que vale hoje cerca de sete mil euros, isto é, uma gota de água num património global de 35 mil milhões de euros, segundo a "Forbes". O superinvestidor apenas vendeu o carro porque foi para ajudar os outros: a viatura foi leiloada por mais de 50 mil euros, um montante dirigido para a Girls, Inc, uma organização sem fins lucrativos que procura dar confiança às adolescentes. Logo após a alienação, Buffett comprou um normalíssimo Cadillac DTS por cerca de 28 mil euros.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da crise que bateu à porta dos portugueses, continuam a comprar-se muitos carros. No primeiro trimestre, adquiriram-se mais de 45 mil automóveis ligeiros, segundo a Acap - Associação Automóvel de Portugal. Seguindo a estratégia de Warren Buffett, muitos compradores poderiam ter aguardado alguns meses ou, mesmo, anos. Se capitalizassem a poupança que deixaram de ter para efectuar a aquisição, no futuro poderiam comprar um automóvel bem melhor ou poderiam comprar um carro semelhante sobrando-lhes dinheiro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O inverso do crédito&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A teoria do verdadeiro valor do dinheiro mostra que é possível inverter o jogo do crédito a seu favor. Quando alguém contrai um empréstimo tem de pagar o capital acrescido de juros. Do lado oposto, quando alguém não gasta consegue acumular o capital acrescido de juros. Por isso, quando se envolvem créditos, o verdadeiro valor do dinheiro pode ser ainda superior.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine que está a preparar-se para comprar uma casa recorrendo a um financiamento bancário de 100 mil euros. Durante 30 anos irá devolver esse dinheiro acrescido de uma taxa de juro anual de 6%, o valor que os bancos cobram agora num empréstimo a taxa fixa. Ao longo das três décadas, o dinheiro emprestado vale na verdade mais de 215 mil euros, porque os juros ultrapassam os 115 mil euros. Porém, a história não acaba aqui. E se, em vez de pagar a prestação da casa, poupasse o dinheiro para daqui a 30 anos? Se ganhasse 6% por ano, o verdadeiro valor do empréstimo de 100 mil euros seria de 587 mil euros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na próxima vez que lhe der uma ânsia consumista, pondere bem. Faça como Warren Buffett e pense como o dinheiro que está prestes a gastar pode multiplicar-se se o guardar para o futuro.&amp;nbsp;valem verdadeiramente 574 euros dentro de 30 anos. Antes de gastar o seu dinheiro, pondere se ele não fará mais por si dentro de alguns meses ou anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Warren Buffett, o terceiro homem mais rico do mundo, segundo a revista "Forbes", é um caso extremo de uma pessoa que pensa no verdadeiro valor do dinheiro. Segundo o livro "Efeito Bola de Neve - A Biografia de Warren Buffett, o Maior Investidor do Mundo", de Alice Schroeder, quando era apenas um jovem a começar a acumular fortuna, Buffett perguntava-se: "Será que quero realmente gastar 300 mil dólares por um corte de cabelo?" Para o guru da bolsa, a questão era muito simples: se, em vez de cortar o cabelo, uma pessoa investir o preço do serviço, consegue aumentar o seu património futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À primeira vista, a pergunta de Buffett pode parecer ridícula, mas não é, por muito pequeno que sejam os montantes amealhados. Apenas 65 euros investidos através da Berkshire Hathaway, a sociedade de investimento dirigida por Warren Buffett, desde que foi criada, em 1965, teriam sido transformados em mais de 300 mil euros. Poucos conseguem gerar um retorno ao nível de Buffett - mais de 20% por ano, de acordo com o último balanço anual -, mas, desde que se ganhe mais do que tira a inflação, o dinheiro poupado fica a fermentar à espera de uma melhor utilização.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estudos mais completos sobre a bolsa indicam que as acções tendem a render o equivalente a seis por cento acima da taxa de inflação por ano, isto é, o mercado accionista oferece um crescimento real das poupanças de seis por cento no longo prazo. A esse ritmo, os 30 euros que se pode juntar evitando o barbeiro ou o cabeleireiro num mês pode transformar-se em mais de 170 euros em 30 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Cabeludos milionários&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O exemplo da juventude de Warren Buffett não pretende incentivar os investidores a deixarem crescer o cabelo para ficarem milionários. A história do Oráculo de Omaha, como é conhecido o investidor em referência à sua terra natal, tem casos bem mais reais - e potencialmente aplicáveis por todas as pessoas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante muitos, Warren Buffett conduziu um Lincoln Town Car de 2001, uma viatura que vale hoje cerca de sete mil euros, isto é, uma gota de água num património global de 35 mil milhões de euros, segundo a "Forbes". O superinvestidor apenas vendeu o carro porque foi para ajudar os outros: a viatura foi leiloada por mais de 50 mil euros, um montante dirigido para a Girls, Inc, uma organização sem fins lucrativos que procura dar confiança às adolescentes. Logo após a alienação, Buffett comprou um normalíssimo Cadillac DTS por cerca de 28 mil euros.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da crise que bateu à porta dos portugueses, continuam a comprar-se muitos carros. No primeiro trimestre, adquiriram-se mais de 45 mil automóveis ligeiros, segundo a Acap - Associação Automóvel de Portugal. Seguindo a estratégia de Warren Buffett, muitos compradores poderiam ter aguardado alguns meses ou, mesmo, anos. Se capitalizassem a poupança que deixaram de ter para efectuar a aquisição, no futuro poderiam comprar um automóvel bem melhor ou poderiam comprar um carro semelhante sobrando-lhes dinheiro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O inverso do crédito&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A teoria do verdadeiro valor do dinheiro mostra que é possível inverter o jogo do crédito a seu favor. Quando alguém contrai um empréstimo tem de pagar o capital acrescido de juros. Do lado oposto, quando alguém não gasta consegue acumular o capital acrescido de juros. Por isso, quando se envolvem créditos, o verdadeiro valor do dinheiro pode ser ainda superior.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine que está a preparar-se para comprar uma casa recorrendo a um financiamento bancário de 100 mil euros. Durante 30 anos irá devolver esse dinheiro acrescido de uma taxa de juro anual de 6%, o valor que os bancos cobram agora num empréstimo a taxa fixa. Ao longo das três décadas, o dinheiro emprestado vale na verdade mais de 215 mil euros, porque os juros ultrapassam os 115 mil euros. Porém, a história não acaba aqui. E se, em vez de pagar a prestação da casa, poupasse o dinheiro para daqui a 30 anos? Se ganhasse 6% por ano, o verdadeiro valor do empréstimo de 100 mil euros seria de 587 mil euros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na próxima vez que lhe der uma ânsia consumista, pondere bem. Faça como Warren Buffett e pense como o dinheiro que está prestes a gastar pode multiplicar-se se o guardar para o futuro.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Jornal de Negócios&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-2088825727997756725?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/2088825727997756725/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/saiba-qual-e-o-verdadeiro-valor-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/2088825727997756725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/2088825727997756725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/saiba-qual-e-o-verdadeiro-valor-do.html' title='Saiba qual é o verdadeiro valor do dinheiro'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-226802157197472254</id><published>2011-06-07T23:06:00.000+01:00</published><updated>2011-06-07T23:06:31.931+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Férias'/><title type='text'>Crise altera férias a mais de metade dos portugueses</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner02.gif" border="0" alt="Publipt! Clique Aqui!" width="468" height="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13401120/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="Crise altera férias a mais de metade dos portugueses" border="0" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13401120/215" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Mais de metade dos 400 inquiridos num estudo do site de reservas Hotel.com revelaram que a crise&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&amp;nbsp;económica vai afectar as férias mas, apesar disso, quase metade mantém a intenção de viajar para o estrangeiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;O estudo «Férias Fora de Casa 2011», levado a cabo pela Marktest entre 2 e 11 de Maio, via internet, a 400 cidadãos residentes em Portugal, conclui que 38,5% dos inquiridos não vão alterar as férias por causa da situação económica.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Dos 61,5% que diz que vai adaptar os planos de férias, a grande maioria (70,6%) são pessoas entre os 45 e os 54 anos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Dos 400 inquiridos, mais de 30 por cento diz que a crise vai afectar as férias, tornando a estadia mais curta, enquanto cerca de 4,9% assume que não vai sequer fazer férias ou não vai sair de casa, 5,3% diz que opta por locais mais próximos de casa, 6,9% por um local mais barato e 11% não vai sequer viajar para fora do país.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;Os resultados do estudo revelam que a tendência para fazer férias fora de Portugal pelo menos uma vez por ano se mantém em 34,2%, sendo que 13% dos inquiridos revelam que pretendem fazer férias no estrangeiro ainda com mais frequência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Agência Financeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-226802157197472254?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/226802157197472254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/crise-altera-ferias-mais-de-metade-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/226802157197472254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/226802157197472254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/crise-altera-ferias-mais-de-metade-dos.html' title='Crise altera férias a mais de metade dos portugueses'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-1996332302017053432</id><published>2011-06-07T12:50:00.000+01:00</published><updated>2011-06-07T12:50:13.316+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='produtos portugueses'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumo'/><title type='text'>Comprar português não é fácil e sai mais caro</title><content type='html'>&lt;!-- START of the zanox affiliate HTML code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18618439C1425675935T"&gt;&lt;img src="http://ad.zanox.com/ppv/?18618439C1425675935" align="bottom" width="468" height="60" border="0" hspace="1" alt="Escapadela_468x60"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ENDING of the zanox-affiliate HTML-Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Numa lista de compras básica, comprar exclusivamente produtos nacionais sai 33% mais caro ao bolso dos consumidores quando comparado com o cabaz equivalente mais barato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em tempo de crise e de escassez financeira, não é fácil cumprir a vontade de comprar português. A&amp;nbsp;&lt;b&gt;Renascença&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saiu determinada em direcção a um hipermercado (o ponto de venda em causa faz parte do grupo Sonae) com uma lista de compras, que foi&amp;nbsp;distribuída&amp;nbsp;por dois carrinhos: um exclusivamente com produtos portugueses, outro com os produtos mais baratos que a Renascença&amp;nbsp;&lt;b&gt;encontrou&lt;/b&gt;&amp;nbsp;nas prateleiras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Primeira conclusão: comprar português sai mais caro. A factura do carrinho nacional foi de 80,04 euros, ao passo que o carrinho mais barato ficou-se pelos 60,84 euros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A grande diferença é que a maioria dos produtos que ficou no carrinho mais em conta é de marca branca. No rótulo destes produtos lê-se “Fabricado na União Europeia”, o que, em bom rigor, até pode significar que é fabricado em Portugal. A Renascença tentou obter esclarecimentos junto da Sonae sobre a origem destes produtos, mas até agora essa informação não foi disponibilizada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segunda conclusão: mesmo com muito esforço, é difícil saber se o consumidor está ou não a comprar produtos nacionais. Não são muitos os produtos que ostentam o selo “Compre o que é Nosso” ou aqueles que explicitamente referem que é “made in” Portugal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na maioria dos casos, dá-se a volta às embalagens, encontram-se moradas portuguesas dos distribuidores, mas não se sabe se a origem do produto é nacional. A excepção é composta pelos legumes e pelas frutas- nestes casos, a origem dos produtos está bem explícita. E aqui as notícias são boas: a maior parte dos legumes e frutas mais baratos são portugueses.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apenas as cebolas e as bananas nacionais são ultrapassadas pelas estrangeiras. Nota ainda para os alhos, feijão verde, pimento e ananás. Nestes produtos, o cliente não tinha escolha: ou levava alhos espanhóis, feijão verde marroquino, pimentos espanhóis e ananases equatorianos ou ficava de mãos a abanar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in RR&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-1996332302017053432?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/1996332302017053432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/comprar-portugues-nao-e-facil-e-sai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/1996332302017053432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/1996332302017053432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/comprar-portugues-nao-e-facil-e-sai.html' title='Comprar português não é fácil e sai mais caro'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-8614065643343970900</id><published>2011-06-07T09:43:00.000+01:00</published><updated>2011-06-07T09:43:23.668+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='familias'/><title type='text'>Famílias têm quase 119 mil milhões em depósitos</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner01.gif" border="0" alt="Publipt! Clique Aqui!" width="468" height="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13376258/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="Famílias têm quase 119 mil milhões em depósitos" border="0" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13376258/215" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os depósitos bancários das famílias portuguesas voltaram a aumentar em Dezembro de 2010, mostram os&amp;nbsp;dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal (BdP), divulgado esta&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;segunda-feira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E o leitor? Também consegue poupar? Ou o dinheiro não chega sequer ao fim do mês? Deixe a sua resposta na caixa de comentários&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No último mês do ano passado, os depósitos de particulares ascenderam a 118.989 milhões de euros, mais 377 milhões que em Novembro e mais 2.312 milhões do que no final de 2009. O valor registado no fim do ano passado era o mais elevado desde Julho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A maior fatia dos depósitos das famílias diz respeito a depósitos de curto prazo (a menos de um ano), que recolhem 58.116 milhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já as empresas tinham depositados, em Dezembro, 36.533 milhões de euros, mais 1.079 milhões que em Novembro e mais 5.637 milhões do que no fim de 2009. O valor é o mais elevado de que há registo. Também as empresas preferem depósitos a menos de um ano, modalidade que concentra 20.651 milhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todos juntos, particulares e empresas têm 155.522 milhões de euros aplicados em depósitos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Agência Finaceira&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-8614065643343970900?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/8614065643343970900/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/familias-tem-quase-119-mil-milhoes-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8614065643343970900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8614065643343970900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/familias-tem-quase-119-mil-milhoes-em.html' title='Famílias têm quase 119 mil milhões em depósitos'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-2168889828215900302</id><published>2011-06-07T01:03:00.000+01:00</published><updated>2011-06-07T01:03:02.361+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='funcionários públicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cortes'/><title type='text'>Subsídio de férias com corte de 1,5%</title><content type='html'>&lt;!-- START of the zanox affiliate HTML code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18713068C567134087T"&gt;&lt;img src="http://ad.zanox.com/ppv/?18713068C567134087" align="bottom" width="468" height="60" border="0" hspace="1" alt="Pack Foto Fnac 468x60"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ENDING of the zanox-affiliate HTML-Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13430912/215" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="Subsídio de férias com corte de 1,5%" border="0" src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13430912/215" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É mais um apertar do cinto: todos os funcionários públicos, no activo ou reformados, vão sofrer um corte de&amp;nbsp;1,5% no subsídio de férias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo o «Correio da Manhã», os serviços já estão a preparar os cortes. A motivar esta descida está o facto de o Orçamento do Estado de 2011 contemplar que os descontos para a ADSE se apliquem sobre os subsídios de férias e de Natal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já o «Jornal de Negócios» refere na sua edição desta sexta-feira que o plano da troika - assinado pelo Governo - vai cortar cerca de 12% do salário real dos funcionários públicos até 2013, ano em que se espera que Portugal deixe de precisar de ajuda financeira externa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A descida dos salários serve assim para garantir que o défice orçamental esteja, nessa altura, nos 3% do PIB.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Agência Financeira&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-2168889828215900302?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/2168889828215900302/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/subsidio-de-ferias-com-corte-de-15.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/2168889828215900302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/2168889828215900302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/subsidio-de-ferias-com-corte-de-15.html' title='Subsídio de férias com corte de 1,5%'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-3736540492646206284</id><published>2011-06-07T00:47:00.000+01:00</published><updated>2011-06-07T00:47:04.321+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bancos'/><title type='text'>Financiamento dos bancos às famílias portuguesas nunca foi tão baixo</title><content type='html'>&lt;!-- START of the zanox affiliate HTML code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18618439C1425675935T"&gt;&lt;img src="http://ad.zanox.com/ppv/?18618439C1425675935" align="bottom" width="468" height="60" border="0" hspace="1" alt="Escapadela_468x60"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- ENDING of the zanox-affiliate HTML-Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2009_12/compras_dinheiro_consumo_dolar_not.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2009_12/compras_dinheiro_consumo_dolar_not.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os empréstimos concedidos pelos bancos portugueses à economia nacional aumentaram em Abril pelo&amp;nbsp;segundo mês consecutivo, em resultado do aumento do financiamento às grandes empresas, já que os empréstimos às famílias recuaram para mínimos históricos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De acordo com os dados do Banco de Portugal, o financiamento total à economia aumentou 4,9% face a Março, para um total de 4,66 mil milhões de euros, um valor que também representa uma subida face a Abril do ano passado (11,8%).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar desta subida no financiamento total, os empréstimos às famílias portuguesas sofreram uma queda no mês em que Portugal solicitou ajuda externa, um processo que vai obrigar os bancos portugueses a reforçarem os seus rácios de capital e a desalavancarem o seu balanço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os novos empréstimos concedidos em Abril às famílias portuguesas atingiu 1,05 mil milhões de euros, um valor que representa uma queda mensal de 11,1% e um mínimo desde que estes dados são recolhidos pelo Banco de Portugal, em 2003.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos novos créditos concedidos para compra de casa, a queda face a Março foi de 20,57%, para 475 milhões de euros. Este valor, que representa uma descida homóloga de 41%, situa-se abaixo dos 500 milhões de euros pela primeira vez desde 2003.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os novos empréstimos para crédito ao consumo desceram mais de 20% (em termos homólogos e mensais) para 242 milhões de euros, tendo subido nos outros fins para 334 milhões de euros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já nos empréstimos às empresas, no mês de Abril registaram-se dados divergentes. Os novos créditos para as pequenas empresas (financiamentos abaixo de 1 milhão de euros) desceram 10% para 1,63 mil milhões de euros, mas o financiamento às grandes empresas aumentou de forma a compensar a quebras sentidas em todos os outros segmentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os novos empréstimos acima de 1 milhão de euros aumentaram 37,8% em Abril face a Março, para 1,98 mil milhões de euros. Esta subida, que em termos homólogos foi de 86%, permitiu que o volume de novos empréstimos concedidos pelos bancos portugueses ao sector empresarial tivesse aumentado 10,7% de Março para Abril, atingindo um total de 3,61 mil milhões de euros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Jornal de Negócios&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-3736540492646206284?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/3736540492646206284/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/financiamento-dos-bancos-as-familias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/3736540492646206284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/3736540492646206284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/financiamento-dos-bancos-as-familias.html' title='Financiamento dos bancos às famílias portuguesas nunca foi tão baixo'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7913473788762867984.post-8489562387502940096</id><published>2011-06-07T00:40:00.000+01:00</published><updated>2011-06-07T00:40:39.817+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='troika'/><title type='text'>As medidas que mais vão mexer no bolso das famílias</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=oteuestudo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.publipt.com/images/promobanner01.gif" border="0" alt="Publipt! Clique Aqui!" width="468" height="60"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; line-height: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O memorando de entendimento entre a ‘troika' e Portugal será particularmente duro para as famílias, que terão de fazer uma ginástica maior com os seus orçamentos. Aumentos de impostos em toda a linha, cortes nas pensões, subida das taxas moderadoras e dos custos da habitação são algumas das medidas mais penalizadoras. Saiba quais as principais medidas que o Governo terá de implementar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;1 - Menos deduções no IRS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os contribuintes vão passar a fazer menos deduções no IRS já a partir de 2012. Vão ser introduzidos tectos máximos às deduções que as famílias podem fazer com as despesas de saúde, educação, entre outros. A proposta não é nova e já tinha sido apresentada pelo PS no PEC I, tendo sido chumbada pelo PSD. Com o memorando vai mesmo para a frente. Os limites máximos vão variar consoante os rendimentos dos contribuintes. Por outro lado, será introduzido um limite às deduções da saúde. Actualmente, os contribuintes podem deduzir 30% das despesas que fazem com a saúde, não havendo um montante máximo. O novo tecto será então introduzido no próximo Orçamento do Estado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;2 - Apoios sociais prejudicados no IRS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As famílias em que um dos cônjuges recebe apoios sociais do Estado como o subsídio de desemprego, abono de família ou subsídio de maternidade será prejudicado no IRS. É que estes rendimentos vão passar a contar para o cálculo da taxa de IRS que será aplicada. Ao serem somados, o rendimento anual da família será mais elevado podendo levar a uma subida de escalão de IRS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;3 - Mais encargos com a casa&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os proprietários e inquilinos vão pagar mais pelas suas casas: as deduções de amortizações do empréstimo à habitação e das rendas da casa serão eliminadas. Já a dedução dos juros pagos no âmbito dos créditos contraídos vai ser progressivamente cortada. Além disso, a isenção de IMI a que muitos proprietários têm direito será encurtada e retirada progressivamente. Outro dos aumentos advém da avaliação das casas, que deverá agravar o montante pago pelos proprietários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;4 - IVA sobe na electricidade e gás&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Serviços essenciais como a electricidade e o gás também vão subir de preço, com os impostos a serem novamente os responsáveis pelo agravamento das facturas. Assim, a electricidade e o gás deixarão de ter direito à taxa reduzida do IVA, de 6%, passando para 13% ou 23%. Falta ainda definir o aumento concreto da subida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;5 - Subsídio de desemprego menos generoso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A duração máxima do subsídio de desemprego vai ser reduzida para não mais do que 18 meses. O montante a receber também vai ser reduzido: não ultrapassará os 1.048 euros mensais. Além disso será introduzido um perfil decrescente de prestações após seis meses de desemprego, com uma redução de pelo menos 10% do montante de prestações. Aos cortes no subsídio, junta-se a maior facilidade de despedir por inadaptação e por extinção de posto de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;6 - Pensões altas têm cortes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os salários na Função Pública e as pensões (do sector público e privado) serão congelados até 2013, com excepção das pensões mais baixas. Além disso, sobre as reformas a partir de 1.500 euros incidirá uma contribuição especial. Os pensionistas também pagarão mais impostos: é que o regime de IRS - até aqui mais favorável para os reformados - vai convergir com o dos trabalhadores por conta de outrem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;7 - Salários contidos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No sector privado, é de esperar aumentos de acordo com a produtividade e cortes no valor das horas extraordinárias (que não deverão superar 50% do montante da hora normal, ainda que a contratação colectiva possa fazer variar o valor). Os bancos de horas também poderão ser negociados directamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;8 - Utentes pagam mais pelos cuidados de saúde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os utentes terão de pagar mais pelo acesso ao Serviço Nacional de Saúde. De um lado, as taxas moderadoras vão subir, do outro haverá menos utentes isentos. Isto porque os critérios de isenção vão ser revistos. As urgências e consultas externas serão as mais penalizadas. Esta medida tem impacto já em Setembro deste ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;9 - Corte nas indemnizações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os novos trabalhadores que venham a ser despedidos vão passar a ter direito a indemnização de 20 dias por cada ano de trabalho, 10 dos quais pagos por um fundo empresarial a criar. As regras acabarão por se estender aos actuais trabalhadores em 2012, mas sem perda de direitos. E depois, haverá nova revisão dos montantes, em linha com a média europeia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;10 - Transportes públicos mais caros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os preços dos transportes vão subir. As empresas terão de apresentar uma proposta para rever as tarifas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;11 - ADSE limitada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os benefícios dos subsistemas de saúde públicos como a ADSE, dos polícias e dos militares vão ser cortados. Na prática, estes utentes vão passar a pagar mais pelos serviços médicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;in Diário Económico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7913473788762867984-8489562387502940096?l=oteudinheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/feeds/8489562387502940096/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/as-medidas-que-mais-vao-mexer-no-bolso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8489562387502940096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7913473788762867984/posts/default/8489562387502940096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oteudinheiro.blogspot.com/2011/06/as-medidas-que-mais-vao-mexer-no-bolso.html' title='As medidas que mais vão mexer no bolso das famílias'/><author><name>O Teu Estudo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18081032741276732052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/-UiRApLxPlmU/Tchk4nP9v4I/AAAAAAAAAUM/M_NyB4E6ahs/s220/o%2Bteu%2Bestudo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
