
«Os valores de facturação caíram de 674 milhões de euros para 609 milhões de euros», aponta a empresa.
A descida foi apenas contrariada em produtos como os smartphones, os LCD e os auscultadores, revela o estudo.
A electrónica de consumo registou uma queda de 3,6%, a fotografia de 4,6% e os pequenos e grandes electrodomésticos 7% e 11,6%, respectivamente.
Já nas tecnologias de informação e nas telecomunicações a queda foi superior a 11%, enquanto o sector de equipamento de escritório baixou 20,2%.
Os portugueses estão mesmo a apertar o cinto, como o demonstra a quebra no consumo durante o primeiro trimestre do ano, tocando o valor mais baixo desde 1995.
in Agência Financeira
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